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12 de dezembro de 2019 Sem categoria0

Finalizando a lista de sugestões de atividades, segue alguns recursos que que eu são os meus queridinhos, pela infinita possibilidade de execução:

Livroterapia: Uma terapia com a ajuda dos livros. Essa técnica possibilita benefícios para a aquisição de hábitos saudáveis, superação de medos, aumento da autoestima, desenvolvimento da inteligência emocional, cooperação, ajudar a lidar com os problemas da intolerância, violência e dificuldades para conviver com perdas, luto e a morte, entre outras habilidades relacionadas ao desenvolvimento infantil. Além disso, incentiva as crianças a terem a leitura como hábito.

Escrita terapêutica: Trata-se de uma prática simples, que consiste em escrever qualquer coisa que estiver em sua mente, não se importando com julgamentos, gramática ou sentido. Escrever para lidar com os problemas.

Metáforas: É uma forma simbólica de terapia ou aconselhamento, que permite um certo distanciamento da criança com o problema. Sendo assim, oferece a possibilidade de contemplar, sem ter que enfrentar de imediato, suas consequências reais e dolorosas, o que poderia gerar uma atitude de defesa. Assim, aproximando-se gradualmente da questão, a criança consegue lidar melhor com a situação e integrá-la à sua realidade, facilitando o tratamento.

Filmes: Além do caráter lúdico, os filmes auxiliam não só o processo de ensino e aprendizado, mas também auxilia em processos psicoterápicos, na medida em que consideramos a capacidade metafórica que determinadas obras podem proporcionar, bem como as interferências sobre os seus processos de simbolização.

Baralhos: É um recurso da TCC na clínica infantil e nos  uma intervenção clínica e preventiva. É um instrumento facilitador de acesso às emoções, pensamentos e comportamento das crianças na terapia, além de ser um instrumento de investigação dos problemas psicológicos que afetam a infância. Atualmente há uma grande variedade de baralhos no mercado.

Simone Mendes – psicóloga, especialista em TCC e cuidado infantil.


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10 de dezembro de 2019 Sem categoria0

Muitas são as possibilidades de intervenção na terapia infantil, e a ludoterapia é apenas uma opção.  Devemos criar, juntamente com a criança, o caminho mais suave e adequado para cada caso, respeitando a personalidade, os recursos e as limitações de cada criança, enfim, a sua individualidade. Sendo assim, faz-se necessário que novos recursos sejam introduzidos, no sentido de facilitar o acesso à problemática central do nosso clientinho. Para isso é fundamental que, primeiramente, tenha sido construído um vínculo terapêutico adequado e que cada um tenha flexibilidade para seguir novos caminhos de acordo com o gosto, necessidades e recursos da criança. Desta nova porta, a criatividade de ambos poderá ditar qual a atividade mais fácil e prazerosa poderia trazer o problema à tona e ser acessado sem grandes barreiras defensivas. Além dos recursos já citados ao longo de nossa transmissão, existem várias técnicas que podemos utilizar na terapia:

Brinquedo próprio: Peça a criança para trazer um brinquedo que goste bastante. Tente entender porque aquele objeto é tão significativo.

Jogos de regras: Favorecem o autocontrole, disciplina, tomada de decisão, convívio com as frustrações, além de ser um grande redutor das tensões.

Jogos virtuais: Para o desenvolvimento de outros tipos de habilidades, como atenção, memória, linguagem e raciocínio lógico, os sites abaixo apresentam diversos joguinhos bem reforçadores, que vão deixar a sessão terapêutica bem prazerosa.

http://www.smartkids.com.br/jogos-educativos/

http://www.escolagames.com.br/jogos.asp/

http://sitededicas.ne10.uol.com.br/jogos.htm

http://www.jogosdaturmadamonica.net/category/jogosdaturmadamonica/

http://www.jogoseducacionais.com/

Jogos de encaixe: Com o objetivo de montar uma figura. No final podemos verificar o nível de ansiedade da criança.

Pintar mandalas: Uma forma simples para a criança expressar suas emoções, relaxar e focar.

Massinha: É um ótimo recurso para a criança se concentrar e produzir algo que, em seguida, pode ser utilizado para contar uma história.

Quadro de incentivo: tem como um de seus objetivos, instalar e manter comportamentos desejáveis. Além do que, este método geralmente é implantado através de reforçamento positivo. À medida que a criança for realizando as tarefas, ela recebe um ponto na tabela (representado por uma carinha feliz, uma estrela, entre outros). No fim do dia, ao completar todos os pontos, a criança tem direito a um prêmio, como, por exemplo, um doce, uma atividade, um privilégio, entre outros. (Segue um modelo em anexo).

Simone Mendes – psicóloga, especialista em TCC e cuidado infantil.


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5 de dezembro de 2019 Sem categoria0

A arte é imprescindível para o trabalho com crianças. A linguagem da arte permite expressar o “invisível”, pois através da arte é possível desenvolver a imaginação, a criatividade, a consciência corporal, promover autoexpressão, a comunicação de conflitos, reduzir a insegurança, descarregar tensões, melhorar a autoestima, auxiliar no relaxamento, diminuir a ansiedade, construir bons esquemas mentais, etc. Cada recurso e material em particular tem propriedades que mobilizam emoções e sentimentos de maneira diversificada. Segue alguns recursos:

Desenho: Como já foi mencionado permite o contato com a realidade interna e externa.

Pintura: É um excelente recurso para fazer fluir emoções e os sentimentos e auxilia na estruturação do mundo interno. O guache, exige maior controle dos movimentos. A  aquarela é indicada para crianças que precisam aprender a perder o controle. E a tinta de tecido, enfoca limites, responsabilidade, atenção, pois se cair na roupa não sai.

Modelagem: Atua no sentimento e na cognição. A argila é o material mais calmante. É um valioso recurso para trabalhar com crianças com comportamento agressivo. A massa caseira é indicada para crianças menores, além de ajudar a preparar para a escrita. O papel machê possibilita a criação e o planejamento, é excelente para crianças mais velhas.

Sucata: Estimula a reconstrução, a transformação.

Colagem: permite estruturar as idéias.

Teatro: Possibilita treinamento de posturas e soluções de conflitos através das dramatizações.

Materiais brilhantes: Glitter, lantejoulas, papéis laminados, etc. Mobilizam a parte bonita que tem dentro de cada criança, aumentando a sua autoestima.

Música: Através dela as crianças conseguem acessar diretamente o cérebro emocional, ela não tem barreiras.

As oportunidades de desenvolver as emoções com recursos da arte-terapia são muito úteis porque oferecem algo a mais, diferente do que as crianças estão tendo em seu mundo real. E mesmo as crianças com danos cerebrais adquiridos e com distúrbios comportamentais, como autismo, são totalmente capazes de se beneficiar e se comunicar através da arte-terapia. No entanto, devemos impor algumas regras:

– Não estragar os materiais, o chão ou as paredes do consultório.

– A integridade do terapeuta e da criança devem ser resguardadas.

A arte proporciona um ambiente não ameaçador e seguro, no qual as crianças podem explorar seus problemas sem serem limitadas pela linguagem verbal. E a obra de arte se torna um registro confidencial do estado psicológico de uma criança. Portanto, use e abuse da arte-terapia!

Simone Mendes – psicóloga, especialista em TCC e cuidado infantil.


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3 de dezembro de 2019 Sem categoria0

O primeiro ponto a ser avaliado é o diagnóstico em si. Precisamos estar atentos a qual profissional diagnosticou essa criança e as queixas apresentadas pela família e/ou escola.  Portanto as técnicas que serão implementadas servirão principalmente para que a criança se expresse, e só a partir daí nós iremos analisar, interpretar e intervir. Outro fator fundamental é que para além das atividades terapêuticas, nós precisamos apurar a nossa escuta e nossa atenção a expressividade do brincar daquele pequeno paciente. Seja qual for a atividade, lembre-se de trazer a criança para o momento presente, tenha paciência  e converse muito. Para conseguirmos obter uma avaliação do nosso paciente, se faz necessário não só uma avaliação cognitiva, mas também se faz necessário avaliar os aspectos comportamentais e emocionais. Incluindo avaliação da atenção, avaliar como é o processo de aprendizagem da criança na escola, a leitura, escrita, outras habilidades específicas; bem como aspectos relacionados a comportamento apresentados em casa e na escola. Não adianta ter boas ferramentas se o psicólogo não sabe usá-las. Então, é preciso saber como utilizar cada um dos testes psicológicos disponíveis, buscando compreendê-los integralmente, considerando todo processo de aplicação, correção e interpretação, assim como seus estudos psicométricos e embasamento teórico. Seguindo essas etapas, será possível identificar o teste mais adequado para cada avaliação psicológica. De acordo com a padronização proposta pelo SATEPSI, os tipos de testes psicológicos podem ser: Escalas; Inventários; Questionários; Métodos projetivos/expressivos. Os principais testes psicológicos utilizados na avaliação psicológica infantil são: CAT-A, HTP, EPQJ, R-2, BENDER, TNVRI, DFH, TONI-3, entre outros. No entanto, segue algumas dicas de possíveis intervenções:

✔ Jogo do rabisco de Winnicott: é uma técnica projetiva que permite analisar o pensamento da criança através de um conjunto de traços (rabiscos).

✔ Baú dos segredos: é só confeccionar uma caixa junto com a criança e discutir o que ela quer colocar dentro. A idéia é que esses “segredos” se tornem “tesouros” no processo terapêutico.

✔ Sair das quatro paredes: fazer uma sessão fora do consultório em locais seguros e que permitam brincar pode colaborar para que a gente possa ter uma visão mais ampliada do caso.

✔ A caixa de Areia é um método terapêutico baseado nos conceitos psicológicos de Jung, onde A criança encontra um ambiente propício para entrar em contato com sua imaginação e com seus próprios recursos internos, para que estes o conduzam a um processo de transformação.

É normal que o paciente apresente falta de interesse em alguma atividade, nesse momento nós devemos interpretar, questionar e propor novos caminhos. Planeje-se sempre, isso vai evitar surpresas. E não se esqueça de estudar e buscar supervisão sempre. O fundamental é que você se conecte com sua criança interior e divirta-se também. Sempre cuidando para que a ansiedade do caso não seja a sua. A idéia aqui é ajudar com algumas idéias  e sugestões. Mantenha-se sempre atualizado essa é a minha melhor dica!

Simone Mendes – psicóloga, especialista em TCC e cuidado infantil.


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1 de dezembro de 2019 Sem categoria0

Normalmente, pensamos que o Dermatologista é apenas para fins estéticos, como no caso de manchas, espinhas e rejuvenescimento. Mas a Dermatologia pode ser muito mais importante para sua saúde. Além de cuidar da pele de forma cosmética, o dermatologista diagnostica doenças ligadas ao cabelo, às mucosas, aos pelos e às unhas.

É muito importante que o acompanhamento seja feito com regularidade e não somente quando aparecer uma espinha ou mancha na sua pele. Isso é importante para que o dermatologista possa fazer uma análise mais detalhada e possa ter o diagnóstico correto.

Algumas das doenças mais comuns tratadas pelo Dermatologista:

  • Acne – Pode surgir em todas as idades, apesar de ser uma doença bem característica dos adolescentes. Atinge face, tórax e costas.
  • Micoses superficiais – Podem aparecer em todas as idades e são causadas por fungos. As mais comuns são fungo no corpo, fungo nos pés e fungo na unha.
  • Verrugas – Pode aparecer em qualquer parte do corpo e mais comuns em crianças. Normalmente aparecem nas mãos, joelhos, cotovelos e dedos.
  • Manchas – Podem ser causadas por exposição ao sol como a melanose solar, ou mesmo as sardas ou o melasma que ocorre na face, normalmente em mulheres, após gravidez ou utilização de hormônios.
  • Dermatites – causada por agentes em contato com a pele.
  • Psoríase – é uma doença que não tem cura, mas pode ser controlada. Apresentam características como espessamento, inflamação e descamação.

A consulta

Na primeira consulta, fará uma análise completa de toda a pele, couro cabeludo, mucosas e unhas. A partir dessa análise, dará o diagnóstico encontrado e consequentemente o tratamento adequado.

É importante termos algumas precauções antes da consulta com o Dermatologista. Dessa forma a consulta será produtiva e poderá esclarecer todos os seus questionamentos e dúvidas.

Separamos algumas informações importantes para você se preparar para a primeira consulta com o Dermatologista:

  • Organize suas dúvidas

Antes de ir à consulta, relacione todas as suas dúvidas para evitar que deixe de fazer algum questionamento importante. Principalmente na primeira, muitos assuntos são levantados e você pode esquecer de passar algum muito importante. Se organize!

  • Avaliação completa

O Dermato fará uma avaliação completa, da cabeça aos pés. Então esteja preparado para isso. Mesmo que o motivo de ter ido ao médico seja apenas um, ele fará uma análise de todas as manchas, espinhas, sinais, estrias e tudo mais. O dermatologista fará um check-up completo de toda a sua pele.

  • Maquiagem

É importante ir sem maquiagem no dia da consulta. A pele na forma natural, possibilitará uma análise mais criteriosa.

  • Sem esmaltes nas unhas

Evite usar esmalte na sua consulta. Você sabia que algumas doenças podem ser diagnosticadas examinando a saúde das suas unhas? Isso mesmo! Problemas como estresse, falta de vitaminas, ansiedade e algumas doenças cardiovasculares podem ser descobertas com essa análise. O dermato examinará seu rosto, seu corpo e também suas unhas. Por isso a importância de estar sem esmaltes.

  • Sigas as orientações do médico

Quando finalizar a consulta, faça o que foi orientado pelo dermatologista. Exames, tratamentos, toda orientação dada é de extrema importância para o sucesso do tratamento. A dedicação ao tratamento dermatológico exige disciplina. E aparecendo alguma outra pinta ou mancha, não deixe de marcar uma nova consulta e passar toldas as informações ao seu médico. A continuidade do tratamento é que fará que o resultado eficaz seja atingido.

Então, não perca mais tempo! Cuide com carinho da sua pele. Dê mais valor à sua saúde. Procure imediatamente um dermatologista e investigue como está sua saúde. Busque investir mais na sua rotina e se surpreenda.

Entre em contato com a Padmedic Medicina Integrativa – Bangú, e agende sua consulta com nossos especialistas.

Se cuide! Se curta! Se divirta e viva muito melhor!

 


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28 de novembro de 2019 Sem categoria0

Desenvolver habilidades sociais na infância não só ajuda a construir relações mais positivas, como também faz com que as crianças interajam melhor com os demais. Uma das estratégias mais eficazes para ensinar habilidades sociais infantis é criar uma “linguagem social”. Esta linguagem social favorecerá o desenvolvimento precoce das habilidades sociais infantis e está baseada nas seguintes áreas:

✔Aprender a exercer uma escuta ativa. Não podemos falar enquanto outra pessoa está nos dizendo algo, nós temos que respeitar os intervalos. Isso é algo que custa um pouco porque o seu autocontrole ainda é muito limitado. Porém, a melhor forma de ensiná-las é com o exemplo: se nós não as interrompemos, elas aprenderão a não nos interromper.

✔As crianças devem aprender a mostrar gratidão, saber quando e como se desculpar e incluir um “por favor” nas suas solicitações. Nós as ensinaremos já, seja de maneira implícita ou explicita, a diferença entre um pedido e uma exigência.

✔A linguagem social adequada também inclui diferentes “ensinamentos”: as de dar reforços positivos, saber dizer “obrigado”, saber tolerar, dividir, reconhecer quando alguém faz algo bem e quando nós estamos errados.

Com o objetivo de favorecer um treinamento significativo de habilidades sociais com crianças, é importante propor e estimular atividades e posturas que gerem alegria, gentileza, amparo, acolhimento, gratidão e sentimento de pertencimento. Segue algumas sugestões de atividades:

Jogos cooperativos, em que todos ganham.

✔ Campanhas de auxílio ao próximo, para favorecer o cultivo da generosidade.

✔ Cartinha do elogio

✔ Amigo secreto das qualidades (em grupo)

✔ Balanço dos melhores momentos do dia ou da semana

✔ Desenho ou cartinha da gratidão para alguém que a criança gostaria de agradecer, mas não teve a oportunidade ou coragem para o fazer.

✔ Baralho das habilidades sociais

✔ Evocação de cenas e histórias com temas: civilidade, reconhecimento de emoções/empatia e assertividade.

✔ Jogo Pergunte que eu Respondo, que tem como objetivo indicar situações do dia a dia às crianças.

✔ Jogo Sinto Muito, que provoca o jogador a expressar seus sentimentos, falando de situações do cotidiano.

Simone Mendes – psicóloga, especialista em TCC e cuidado infantil.


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26 de novembro de 2019 Sem categoria0

Regular as emoções é mais do que controlar. É algo que parte das crianças, e a conquista é delas. Quando se fala em controlar, caracteriza um interesse dos outros. Logo, os exercícios de respiração estimulam os resultados a longo prazo, e a própria criança pode internalizá-los como fundamentais para o seu dia a dia. Muitas crianças faltam à escola, atividades sociais, e perdem uma boa noite de descanso apenas porque têm pensamentos de preocupação na sua cabeça. Muitos pais sofrem de frustração e um sentimento de impotência quando testemunham o seu filho neste estado a maior parte dos dias. A preocupação é um mecanismo de proteção. A preocupação soa um alarme em nosso sistema e ajuda-nos a sobreviver perante a percepção de perigo. Ensine à criança, que a preocupação é perfeitamente normal, e que pode ajudar a nos proteger, e que todas as pessoas de vez em quando experimentam isso. Às vezes o nosso sistema corporal dispara alarmes falsos, mas este tipo de preocupação pode ser colocado à prova com algumas técnicas simples de respiração. Uma forma de controlar a respiração é pela meditação. Os estudos são muito bacanas e afirmam categoricamente que a meditação pode transformar as nossas vidas. Quando estamos diante de uma situação estressante, nosso cérebro se prepara para 3 comportamentos básicos: lutar, fugir ou congelar. É a respiração que diz ao nosso cérebro… “Calma, está tudo bem!”. Por esse motivo, devemos dedicar pelo menos 5 minutos diários da consulta ao exercício da respiração. Duas frases que aprendi durante a minha especialização em Educação Emocional Positiva, que levo para minha prática como um mantra é: “Só se pode pensar, depois de se acalmar” e “Aconteça o que acontecer… Continue respirando”. Para as crianças, costumo ensinar a respiração da Flor e da vela, cheire a flor (inspirar) e sopre a vela (expirar). É uma maneira lúdica de incorporar a prática da respiração lenta e profunda, de modo confortável e divertido. Você pode também, permitir que a criança confeccione uma flor e uma vela para levar para praticar em casa. Outra dica bem bacana, é o livro ” Brincando de Mindfulness” de Patrícia Calazans. Esse livro em forma de caixinha vem com 50 exercícios para trabalhar a atenção plena com crianças.

Simone Mendes – psicóloga, especialista em TCC e cuidado infantil.


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21 de novembro de 2019 Sem categoria0

Com crianças, é necessário um trabalho colaborativo para identificação do estado de humor. No ensino de identificação de emoções, a modelagem é uma ferramenta necessária. Neste sentido, devemos começar a sessão dizendo como nos sentimos naquele dia (modelagem) e, em seguida, perguntar à criança sobre o seu estado de humor. O termômetro é um recurso lúdico, para que a criança adquira consciência emocional, pois ele ajuda às crianças a identificar, medir e regular suas emoções e seus sentimentos. Além disso, pode ser um ótimo auxílio para reforçar o aprendido com o Emocionário. O termômetro das emoções serve sempre, para que nós psicólogos, possamos ajudar as nossas crianças, não apenas a identificar o que sente, mas também a medir e a administrar essas emoções. Se, na verificação do estado emocional, forem encontradas dificuldades para identificar as emoções, o reconhecimento destas pode ser incluído na agenda do dia. Em síntese, uma breve atualização do estado de humor favorece a educação emocional. Através desta verificação, as crianças aprendem a detectar quais são suas emoções e entende a relação destas com os pensamentos e os comportamentos associados.

Simone Mendes – psicóloga, especialista em TCC e cuidado infantil.


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19 de novembro de 2019 Sem categoria0

A estrutura de uma sessão consiste em um esquema que tende a repetir-se para facilitar o processo de aprendizagem do cliente. Tal esquema é elaborado de maneira colaborativa com o nosso clientinho. Trata-se de um esquema aberto à incorporação de novas informações para tratar as necessidades específicas e individuais. Assim, é flexível, já que o tratamento é concebido como algo único, individual e adequado ao nosso paciente. Uma sessão típica de TCC, que é a abordagem que utilizo em meus atendimentos, comporta 3 etapas:

✔ O início da sessão, etapa composta por uma breve atualização do estado de humor, seguida de uma recaptulação da sessão anterior e de uma revisão dos exercícios realizados entre as sessões.

✔ A agenda ou os temas do dia, em que os assuntos a serem trabalhados são decididos e os objetivos da sessão são abordados.

✔ O encerramento, quando as atividades para a semana são estabelecidas, um resumo da sessão é realizado e um feedback desta é solicitado.

O uso sistemático da ES (Estrutura da sessão) facilita a aprendizagem por parte da criança e permite um melhor aproveitamento do tempo (Beck, 1995). Nesse contexto, é importante que o desenvolvimento da sessão transcorra em um clima amigável. Por isso, destaco a importância de aderir ao protocolo de tratamento e, ao mesmo tempo, ser flexível. Sempre importante nos atentar as particularidades do caso, assim como deve ser levado em conta, as características da criança (idade, tipo de família, aspectos culturais, suas preferências, tipo de problema, comorbidades, etc.) e do terapeuta (nível de empatia, de colaboração e de flexibilidade ou de rigidez com a criança). O modo de interação desses múltiplos componentes determina o resultado de cada sessão, que, apesar de ser estruturada, é sempre única e irrepetível.

Simone Mendes – psicóloga, especialista em TCC e cuidado infantil.


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15 de novembro de 2019 Sem categoria0

Como já mencionei,  na primeira consulta é super natural que a criança esteja insegura, com medo e um pouco resistente. Nesse primeiro contato é fundamental deixá-la a vontade para que possamos conhecê-la melhor e conquistar a confiança dela. Quando uma criança chega na terapia, muitas vezes tem dificuldade de entender o que é um terapeuta e o que será feito naquele espaço. Por vezes acredita que aquele espaço é meramente recreativo ou pode até entendê-lo como algo assustador em função de que ali serão abertas suas intimidades e dificuldades, daí a importância de desmistificar o que as crianças pensam sobre a primeira consulta com o psicólogo. Além das dicas que já passei em nosso 5° e  9° dia de transmissão, costumo utilizar também o livro “O Primeiro Livro da Criança sobre Psicoterapia” de Jane Annunziata e Maria Adriana Veronesi. Neste livro, são discutidas perguntas e preocupações que as crianças e seus pais e responsáveis têm sobre psicoterapia. O texto reflete a abordagem psicodinâmica à ludoterapia. Totalmente ilustrado, que estarei disponibilizando em PDF pra vocês. Outro livro que gosto muito de usar, em minhas consultas iniciais, é o livro “Por que vou a terapia?” de Marina Gusmão Caminha e Luciana Tisser, comercializado pela Sinopsys. Só que este é mais voltado para os fundamentos da terapia cognitivo-comportamental (segue foto em anexo). Esses livros, além de trazer material explicativo, também se propõe a ser interativo e podem ser lido em etapas, de forma que cada parte seja trabalhada com a criança a partir de suas próprias vivências, sentimentos, pensamentos e comportamentos. Este último, ainda dispõe de formulários digitais. E aquelas crianças que não querem entrar? Com essas crianças, costumo utilizar o cubo mágico. Esse recurso, torna seu atendimento inicial muito mais divertido dizendo: “vem entra comigo que vou te mostrar uma mágica!”  Você pode utilizar esse recurso também, para ensinar a mágica para que a criança possa ganhar um Ibope e mostrar para os colegas, e ainda como recompensa, onde a ela só vai aprender a mágica depois que cumprir algum critério de melhora do comportamento. (Segue vídeo explicativo de como fazer a mágica e o contato da pessoa que personalizou o cubo pra mim). No caso das crianças que não querem falar nada, costumo utilizar o jogo de cartas “conversinha”, que é um material lúdico, que além de ser uma forma de interação positiva entre criança e terapeuta, também introduz a criança na linguagem e nos assuntos de interesse da psicoterapia. Gosto muito do jogo e super recomendo!😊

Simone Mendes – psicóloga, especialista em TCC e cuidado infantil.


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